todos os dias,
você em meus sonhos,
que me embalam,
me adormecem,
ou na insônia que me acomete,
nas madrugadas escuras,
saudade pura,
de você.
e entre esperanças,
segredos e medos,
te trago no peito,
noite após noite,
te desejo,
te sonho,
te quero...
e é tão difícil esconder,
o tão imenso que exalo,
o brilho intenso dos olhos,
o doce que fica na boca,
te quero,
te adoro,
te espero.
te guardei em algum lugar,
que nem eu mesmo conheço,
e acho que já nem sabia,
que você ainda existia,
neste abrigo escondido da alma...
alma, lugar para poucos,
loucos,
nós...
eu te daria o mundo,
se meu ele fosse,
doce,
lentamente,
em suaves gotas,
pra sempre...
será que você entende?
eu só conheço este lado,
os outros, se existem,
são breu...
mas nesmo que esteja escuro,
E mesmo sendo este tamanho,
tão maior que eu,
tudo que eu sinto,
pode até parecer pequeno,
mas é infinito,
e seu...
[rascunho do que ainda não foi - ou não existiu além da intenção de ser...]

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